Os exportadores brasileiros têm certos incentivos fiscais e incentivos por parte do governo, a intenção e aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no mercado internacional. O exportador tem imunidade ao IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) bem como não precisa recolher o ICMS (Imposto Sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) E pode, ainda, apurar os créditos de IPI e ICMS que incidiram sobre as matérias-primas, materiais de embalagem, produtos intermediários e outros, que tenha sido efetivamente usados durante o processo produção de bens destinados à exportação. Além disso, o COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) e o PIS (Programa de Integração Social), também não incidem sobre os bens que são exportados.

Ao produzir e exportar bens que utilizem matérias primas nacionais que recolheram PIS e COFINS, o produtor poderá receber o crédito presumido de IPI.. Estes créditos podem ser utilizados para o abatimento do Imposto de Renda devido no envio de divisas ao exterior, que envolvam o pagamento de despesas relacionadas a prospecção de mercado para seus produtos, e para os custos para participar de feiras e outros eventos internacionais,. Arrendamentos e aluguéis de estandes em locais de exposição, desde que vinculadas à promoção de produtos brasileiros, tal como publicidade realizadas também neste âmbito, também possuem podem gerar créditos.

Há também um sistema aduaneiro especial chamado de Drawback, um instrumento que pode ser definido como estímulo às exportações, e permitem que empresas brasileiras aperfeiçoem e modernizem seus produtos, Tal incentivo envolve a isenção ou suspensão do recolhimento de impostos e taxas, que incidem sobre a importação de insumos utilizados na fabricação, ou embalagem de itens exportados ou a exportar. O único imposto que incide na exportação é o Imposto de Exportação (IE), mas nem sempre é preciso pagá-lo. Normalmente apenas produtos que o governo brasileiro não quer exportados, são submetidos a taxação na saída para o exterior.