Segundo estudo mundial feito pela Thomson Reuters, e pela consultoria KPMG, em parceria, 39% das empresas consultadas não tinham ideia de quais convênios de livre comércio abrangiam seus produtos. Foi feito um estudo com 178 empresas, que demonstra ainda haver diversas oportunidades para que empresas brasileiras ganhem espaço em outros países. Dados são o maior patrimônio que qualquer empresa pode possuir. Assim, devem ser tratados e gerenciado com extremo rigor, a fim de apoiar decisões afirmativas. Para que o processo integral de comércio exterior opere de acordo com as instruções normativas, o empreendimento deve delinear tudo com dados centralizados, partilhados entre os diversos usuários e integrados aos sistemas do governo. As informações precisam também de organização concisa para que atenda às auditorias fiscais. Os comércio exterior no Brasil tem tido cada dia mais, o amparo de sistemas informatizados para cruzamento de informações, o que torna as empresas mais ágeis no controle seus dados e também mais rápidas que em velocidade manual, que eram inconsistentes e isoladas.

Ademais, a nova Lei Anticorrupção traz termos, que vigoram no país o início de 2014, que anteveem qualquer empresa que proceda em suas operações comerciais sem idoneidade pode receber uma multa de até 2% de seu faturamento anual. “Com a globalização, não é suficiente suficiente seguir as normas de compliance e governança corporativa definidas internamente pelas empresas. É essencial certificar igualmente de que fornecedores e associados empregam boas práticas nos negócios. Na prática todos setores do mercado têm regimes aduaneiros próprios, que tentam deixar os artigos exportados com mais potencial competitivo, ao passo que as operações de comércio exterior são tratadas como exceção à regra geral de tributação. Nestes regimes, exportações e importações podem ter isenção total ou parcial de diversos tarifas. Outra forma especial é o Regime de Entreposto Industrial sob Controle Aduaneiro Informatizado (Recof). Que se destina a empresas com histórico de exportação. É preciso necessário faturamento de pelo menos 5 milhões de dólares ao ano para o exterior e ter patrimônio líquido de pelo menos 10 milhões de reais. Ao utilizar este recurso, a empresa tem como obter a dispensa dos impostos que recaem na compra de produtos no mercado externo ou interno. Todo mês ocorrem no Brasil diversas modificações ou novas regras que abalam diretamente as operações de comércio exterior, entre elas, medidas provisórias, atos declaratórios e circulares. Para estar adequado às novas normas regulatórias, é importante a existência um sistema informatizado que centralize as informações, integre conteúdo legal, e compartilhe com todas as áreas impactadas das empresas, Isso cria confiança nas operações concretizadas no dia a dia pelos funcionários ou parceiros. Existem soluções que foram desenvolvida para aumentar a eficiência dos processos de gestão de toda a cadeia de suprimentos. A utilização destas ferramentas dão uma visão completa do processo de comércio internacional. “A importância disso para o empreendedor recai na tomada de decisões rápidas e concisas, de acordo com todas regulamentações, diminuindo assim o risco da operação”,.

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